Eu não sei como começar esse texto…Enfim, o ano começou a pouco tempo e minha timeline é cheia de reclamações e dramas antigos, olha que deletei quase 300 pessoas mas já estou ficando de saco cheio desses 299 que ficaram.
Algumas pessoas obviamente aguardam por alimentadores de egos com seus problemas rotineiros. Eu odeio escrever sobre mim, mas a um tempo (leia-se anos) venho refletindo bastante sobre o meu “eu”.
Desde nova os professores marcavam reuniões com a minha mãe para falar falar de comportamento (além de notas, claro!), até que uma professora falou para minha mãe que eu precisava de um psicólogo , por que o meu comportamento na sala de aula não era normal. Lembro que eu sentava no fundo, encostada na parede observando tanto a aula como o local, sem nenhuma palavra ou expressão. Sim, as pessoas tinham medo, mas algumas tentavam se aproximar, eu odiava quando isso acontecia, não queria passar o dia com alguém falando de coisas que eu não ia escutar.
Eu cresci e me formei, mas esse desejo de bloqueio persistia e eu aceitei; Mas aceitar muitas vezes não é entender, aceito que as pessoas sejam sociais e que gostem de coisas que não gosto, mas as vezes não entendo o simples “por quê”. Perco o interesse fácil pelas coisas, isso inclui pessoas cujo não me interesso em conhece-las, uma conversa muda faria muito mais sentido em uma mesa de bar do que mil pessoas questionando você aguardando respostas que nunca serão a que elas querem escutar.
Chega um momento que você quer saber o porque essa diferença tão nítida de comportamento, eu não aceitaria que alguém estivesse certo além de mim, minha vida é controle meu.
Na adolescência me identifiquei muito com a filosofia gótica, para mim aquilo era o bastante caso precisassem de um rotulo para me encaixar na sociedade, mas existia algo a mais; Misantropia (para entender melhor basta clicar no nominho). Ao ler sobre eu me senti realizada, é estranho usar essa palavra, mas sim, eu finalmente “me achei”, é exatamente isso que sou, sem nenhuma dificuldade em “me aceitar”; e parece que estou em uma categoria limitada de misantropos.
As vezes acho que é isso que falta para as pessoas, largarem seus egos e viverem mais em função de si mesmos, não serem egoístas, mas serem mais verdadeiros nas suas escolhas e vontades. Sem querer agradar ou ser agradado, a partir do momento que você vive focado você não precisa de atenção para provar sua capacidade.

Foda-se se não fez sentido esse post hahaha.

When life comes at you out of the darkness, who will you choose to face it with? Will they be wise? Will their love for you help them to lead you to the light, or will they lose their way in the darkness? Will they make noble choices, or will that person be someone untested, someone new? Life comes rushing at you from out of the darkness. And when it does, is there someone you can depend on when it does?

"Telling harsh truths about the modern music business, Artifact gives intimate access to singer/actor Jared Leto and his band Thirty Seconds to Mars as they battle their label in a brutal lawsuit and record their album This Is War. The film is a true artifact of our times, as its subjects struggle with big questions over art, money and integrity." - Toronto International Film Festival